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Apresentando JEF²

Uma trajetória de criações

Conselho Editorial

Diretor pedagógico: Nilson da Silveira

Coordenação

Professor André Gil

Professora Ana Kelly Borba da Silva Brustolin

Alunos

Clara - 9º ano

Beatriz Maliska 9º ano

Letícia Possebon - 9º ano

Martina 9º ano

Amanda Maia 8º ano


Revisão Geral

Profª Ana Kelly Borba da Silva Brustolin

Início: Bem-vindo
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Haicai

Haicai é um gênero de poesia que surgiu no Japão há muito tempo atrás...

Possui três versos: o primeiro e o terceiro são redondilhas menores, e o segundo, redondilha maior. Portanto, é uma poesia objetiva e sintética. Quer ver alguns dos alunos do 8ano ano? Clique em saiba mais!!

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Poema

Poemas, rimas, versos...

Poemas são famosos né? Nem todo poeta é famoso, e a nossa aluna Bianca prova isso! Quer ler o poema dela? Clique em saiba mais!!

Saiba mais
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Criação de Personagem

Criação de personagem realizada pelo aluno Bernardo Resmer, 8º ano.

Criação de personagem
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Haicai

Por Pedro Okita

Uso de máscara não obrigatório (1).png
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736 milhões de vítimas sofrem assédio,, 641 milhões delas são agredidas e violentadas, pel

Rafaela e Samara - 8º ano

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Image by Michelle Ding

Contos Policiais

9º ano

Confira!

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Poesia

Trabalho com o texto poético em linguagem verbal e não verbal

Poemas que me levam.png
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Resenhas

Confira as resenhas de livros do 9º ano

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Fotorreportagem

Fotorreportagem é um gênero do fotojornalismo que tem objetivo de registrar o decorrer de um acontecimento real e das pessoas envolvidas nesse fato. Normalmente as imagens são acompanhadas de pouco texto, seja ele introdutório para cada imagem, ou legendas que acompanham.

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Convidada especial

A tradutora e escritora Daniela Bunn conversa com o 9º ano

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Image by Yonghyun Lee

Cartaz

Veja alguns cartazes dos alunos do 8º ano

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#tbt

Memórias

No final de 2020, estávamos no 7º ano e relembramos este texto que, certamente, retrata uma época marcante em nossas vidas!

SEM VOCÊS NÃO SOMOS NADA!

O ano de 2020 está sendo muito difícil para todos, principalmente para os alunos e professores ♡


No Brasil, a COVID-19 distanciou cerca de 2,2 milhões de professores das escolas, consequentemente, 44 milhões de estudantes também. É muito triste saber que há muitas crianças que não têm condições financeiras para continuar vivenciando uma boa qualidade de ensino. 

Nós, alunos do Colégio Energia, somos muito gratos a todos, por tudo. E graças aos nossos professores, que continuam se esforçando para nos oferecer oportunidades de estudo conseguimos chegar até aqui: dezembro de 2020, ou finalizando o ano letivo.

Esperamos que no ano que vem possamos ter aulas presenciais, e que volte tudo “ao normal”.    Thaís, nossa amada professora de geografia, sentimos saudades de quando você contava histórias engraçadas que, automaticamente, nos divertia e nos ensinava ao mesmo tempo. Márcia, nossa maravilhosa professora de português, estamos com muitas saudades daquele “friozinho na barriga” quando você puxava aquelas folhas de ditado de sua bolsa. Lilian, nossa professora de inglês, agradecemos por colocar músicas em inglês para fortalecer nossa pronúncia e, ao mesmo tempo, nos relaxar. André Pinto, obrigada por fazer, aos poucos, nós perdermos a vergonha de falar em público. Leonardo, amamos suas habilidades artísticas de desenho que nos ajudam muito a aprender algo de uma forma inovadora. Edilene, é muito legal saber que a arte abre a nossa imaginação e criatividade. André Gil e Aline, graças a vocês, praticamos esportes, fazemos exercícios físicos e ainda nos divertimos. Thiago, é interessante o fato de aprendermos o passado, vivenciando o presente com mais consciência. Kaiser, sem você, não desenvolveríamos técnicas de lógica e raciocínio. Cassiane, você não tem noção de como seus métodos de ensino nos ajudam a aprender as regrinhas de espanhol. Ana Kelly, a redação nos ajuda muito, porque conseguimos colocar tudo que estamos imaginando e sentindo em uma simples folha de papel.

Nossa GRATIDÃO a esses profissionais que tanto nos ajudam diariamente.

Seguimos... #JuntosMesmoDistantes!*

Alunos 7º ano Energia/2020.

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Menina natureza

Soneto com base na música “Comida”, Titãs.

Manuella Branco/ 8 ano

Naquela música posso falar
Que lendo ou ouvindo,
Entende-se que não é só sobre se alimentar
É sobre viver sorrindo.

Entende-se que comida
Não é somente sobre querer a barriga abastecer,
É sobre alimentar a alma, a vida
E crescer

Não se quer apenas comer,
Se quer amar…
A alma preencher!

E quando se canta isso,
Se faz uma crítica à sociedade,
E no final, tudo fica omisso.

Manuella Branco/ 8 ano

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Mapa mental trabalho na aula de Produção de texto, produzido pelo aluno Bernardo Resmer, do 8º ano.
Tema: eletricidade

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Fôlder

Produção 8º ano

Produção de Texto realizada pelos alunos Pedro Okita e Felipe Espíndola

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Asas Azuis

Ana Luiza Belarmino do 7° ano

Um passarinho sempre voava perto dos mares com suas asas , e sempre as usava para se aparecer para todas as aves fêmeas .
Em um dia como qualquer outro, o lindo pássaro foi voar pelos mares , até que achou uma ave igual a ele. Logo percebeu que era uma ave fêmea, e , como de costume, tentou seduzi-la. A ave , muito esperta, não deu muita atenção ao pássaro.
Depois de horas do pássaro tentando seduzi-la, começou a ficar irada , e  a gritar e manda-lo embora. O pássaro não a ouviu , e continuou.
A ave estava quase desistindo, mas teve uma ideia. Ela começou a abrir suas asas de um modo de ameaça. O pássaro ficou totalmente assustado e fugiu dali.
Assim, o pássaro, depois daquele dia , ficou com um medo tão grande , que decidiu cobrir sus asas com folhas de algumas árvores . E nunca mais tirou-as.

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Verbete de enciclopédia

Verbete “divar”

Verbete “divar”
/daivar/
Essa gíria é muito utilizada no mundo dos jogos, principalmente no jogo League of Legends (LoL). A
palavra “divar” é originária do verbo “dive” em inglês que significa mergulhar. Os jogadores, então,
acabam aportuguesando o verbo conjugando-o no tempo verbal desejado como se fosse um verbo em
português, por isso na sua forma infinitiva a gíria é “divar”. Já, se queremos falar no passado, usamos
“divou”, porém o radical (div) é sempre pronunciado de acordo com a sua pronúncia em inglês /daiv/.
Afinal, essa expressão dentro do jogo significa que você “mergulhará” debaixo da torre inimiga para
atacar o adversário. Ela pode ser usada em contextos como: “Vou divar esse cara” ou até “Não acredito
que esse cara me divou”, nesse último caso a gíria é utilizada quando foi você quem sofreu a ação de ser
atacado debaixo da torre.

Mariana Bayer 9 ano

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Conto de Ficção Científica: Duplicada

Maria Clara B. Sell, 8º ano

Lizzie vivia uma vida normal. Ia para a escola, saia com os amigos e fazia
tudo que qualquer outra criança de 8 anos fazia.
Um dia, depois da escola, ela começou a se sentir mal. A princípio os pais
achavam que era uma gripe, uma virose, talvez. Mas os sintomas da menina
persistiam.
Uma semana depois que os sintomas apareceram, os pais dela,
preocupados, levaram-na ao hospital. Quando chegaram a emergência do hospital,
o médico de plantão fez as perguntas de rotina: "O que você está sentindo?"
"Quando os sintomas começaram?" "Teve alguma mudança na rotina?".
Mas as respostas a essas pergunta não levavam ele a lugar algum. Então
começaram os testes. Primeiro, fizeram um exame de sangue comum, mas tudo
estava normal. Depois fizeram uma tomografia, para ver se havia algum dano
cerebral, mas de novo, estava tudo bem. Repetiram a tomografia, os exames de
sangue, fizeram ressonância. Mas nada de diferente aparecia.
Mas enquanto isso, Lizzie piorava. Estava fraca, já não conseguia mais
comer, andar ou falar.
Preocupados com o estado da menina e a falta de respostas pelos exames
resolveram fazer uma laparotomia exploratória.
Quando abriram a menina, de cara notaram algo estranho. Havia um fluido
esbranquiçado na região abdominal da menina. Nenhum dos médicos no centro
cirúrgico fazia ideia do que era. Chamaram outros médicos para ajudar. Mas eles
também não sabiam.
Eles optaram por coletar algumas amostras do estranho fluido e drenar o
resto. Quando foram testar as amostras encontraram material genético. Mas tinha
algo errado, por que não era apenas uma parte que constituía DNA, mas sim o uma
cópia do material.
Começaram as pesquisas para entender com o que estavam trabalhando.
Procuraram nos mais conceituados livros médicos, debateram o caso com os
melhores médicos, geneticistas, mas não chegavam à conclusão nenhuma.

Resolveram levar o caso para a comunidade médica internacional. Mas
enquanto isso Lizzie ficava cada vez pior. O caso ganhou repercussão mundial.
Todos queriam saber o que estava acontecendo com a menina.
Certo dia, semanas depois da operação, em uma das visitas que os médicos
faziam, os médicos repararam que a menina estava com o abdômen inchado, que
ela havia ganhado peso, apesar de estar com uma alimentação super regrada,
além disso a incisão estava abrindo. Porém, só podiam reparar aquilo
cirurgicamente.
No fim daquele dia, levaram-na ao centro cirúrgico, então, quando removeram
a incisão, para refazê-la, percebam algo estranho. Os órgãos de Lizzie estavam se
duplicando. Isso mesmo! Ela tinha dois estômagos, dois corações, dois fígados e
tudo mais.
Era um caso inédito, logo, não havia protocolo para aquilo. Então, fecharam-
na e a levaram para o pós operatório.
Os médicos tinham, agora, que dar um relatório aos pais e apresentar as
opções.
Quando chamaram os pais, explicaram a duplicação dos órgãos e todos os
danos que aquilo poderia causar, eles ficaram, obviamente, chocados. Eles não
sabiam o que fazer.
Ela foi mantida sob intenso monitoramento. Mas nada do que os médicos
faziam parava o processo de duplicação que estava ocorrendo.
Semanas depois, Lizzie havia gerado espontaneamente uma cópia de si
mesma. Porém ela e seu “clone” estavam grudadas como gêmeos siameses e ficar
daquele jeito era muito perigoso. Então os médicos, em conjunto com os pais
optaram por mais uma cirurgia, na tentativa de separá-las.
Contudo, essa é uma cirurgia muito complicada, com alta taxa de letalidade.
No início, a cirurgia corria bem. Porém, um dos cirurgiões cortou, acidentalmente, a
artéria pulmonar. Isso ocasionou uma hemorragia, que não pode ser controlada
pelos médicos. Infelizmente, nem Lizzie nem seu clone sobreviveram. Mas em
homenagem a Lizzie e sua clone, o processo de duplicação espontânea ficou
conhecido como: Síndrome de Elizabeth Moore.

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